INCLUSÃO E PLURALIDADE
A falta de estímulo e preconceito vêm em grande parte do
monoculturalismo. Um ambiente onde crianças e adultos estão em
contato com várias línguas, diferentes opiniões, variadas visões de
mundo, pessoas de diferentes habilidades, raças e crenças produz
seres humanos mais ternos, tolerantes, cuidadosos e altruistas. A
partir desta visão o SCHOENBERG dá as boas vindas a todos,
independente de idade, capacidade física ou mental, crença, etnia,
orientação sexual, gênero e religião. Aqui não se falará de pessoas
deficientes, mas sim de pessoas com DESAFIOS - desafio físico,
desafio mental, desafio auditivo e desafio visual. Nossa equipe e
infra-estrutura estão preparadas para receber a todos, e flexível
para se ajustar às suas necessidades.


COMPLEXO CULTURAL
SCHOENBERG
Rua Edward Mclain 5
Bairro Santa Tereza
Juazeiro do Norte, CE. 63050-520
Brasil
88-3512-2734
88-9966-1207
INCLUSÃO
DESAFIO FÍSICO
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-permitir o uso de gravador durante a aula;
-solicitar a um aluno que empreste os seus apontamentos para que o colega desafiado
possa tirar cópia;
-lançar mão de avaliação oral, caso o aluno tenha muita dificuldade na escrita;
-permitir que, durante as aulas práticas realizadas em laboratórios, onde são utilizadas
vidrarias, reagentes e altas temperaturas, o aluno, caso necessário, participe apenas como
observador;
-solicitar o rebaixamento da lousa,caso haja aluno cadeirante;
-arrumar o espaço da sala que possibilite uma boa circulação do aluno cadeirante na sala.
-atender o aluno com mobilidade reduzida dentro do próprio automóvel, bastando que o
mesmo telefone do seu celular para a recepção.
-Informar à recepção caso precise de ajuda para retirar sua cadeira de rodas de dentro do
carro.

DESAFIO VISUAL - CEGUEIRA TOTAL
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-solicitar a um aluno vidente que caminhe com o colega cego pela sala, fazendo-lhe notar as
carteiras, mesa do professor, a lousa e outras referências, até que ele seja capaz de andar
sozinho;
-ler em voz alta o que escrever na lousa para que o aluno cego possa tomar notas e
acompanhar o raciocínio;
-estar ciente de que é mais lenta a leitura e a escrita em braille do que a escrita comum;
-ter o cuidado de verbalizar o material escrito nas transparências ou slides, quando usar,
respectivamente, retroprojetor ou datashow;
-permitir ao aluno cego gravar as suas aulas;
-indicar com precisão, o lugar exato usando termos como: à sua frente, em cima, etc, ao
invés de "ali", "aqui";
-descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que ele faça;
-fazer uso da avaliação oral, caso necessário;
-combinar com o aluno a melhor forma de elaboração dos instrumentos de avaliação (prova
oral, prova transcrita em braille ou com o auxílio de um ledor);
-ter o cuidado de apresentar fitas de vídeo ou DVD dublados.
-ler em voz alta contratos de matrículas

DESAFIO VISUAL - BAIXA VISÃO
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-reservar um lugar na 1ª primeira fila sem que tenha luz de frente;
-escrever na lousa com letras maiores, com maior espaço entre as palavras e as linhas;
-combinar com o aluno o melhor tamanho de letra a ser digitado nas questões das prova;
-descrever oralmente, em pormenor, o que pretende que ele faça;
-fazer uso da avaliação oral, caso necessário;
-ter o cuidado de verbalizar o material escrito nas transparências ou slides, quando usar,
respectivamente, retroprojetor ou datashow
-ajustar a luminosidade de tvs, monitores e telas planas para não cansar a vista
-permitir ao aluno com baixa visão gravar as suas aulas.

DESAFIO AUDITIVO - SURDEZ PARCIAL
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-reservar, sempre, um lugar à frente da sala que permita ao aluno com desafio auditivo
perceber tudo que se passa no ambiente;
-explicar a matéria, certificando-se de que está bem de frente para o aluno, se possível fale
em cima de um tablado; a maioria dos alunos com desafios auditivos faz leitura labial para
complementar o entendimento sonoro;
-apoiar a sua explicação em imagens, facilitando, assim, a compreensão do conteúdo;
falar devagar e suavemente, ao ritmo natural e nunca gritar;
-não estranhe a pobreza do vocabulário porque as limitações de estrutura lingüística são
uma constante;
- escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria de provas,
adiamento das mesmas e trabalhos, até mesmo, a ausência do professor;
-registar na lousa a bibliografia pertinente à aula dada para que o aluno possa estudar em
casa
-estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para
uso do vocabulário pertinente à matéria que está sendo ensinada;
-permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações;
-adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo semântico;
-ter acesso à literatura e informações sobre a especificidade do aluno com desafio auditivo;
-manter uma iluminação parcial, durante a projeção de slides e transparências, para que o
aluno possa ler os lábios do professor e saber o que está sendo explicado;
-apresentar, sempre que possível, fitas de vídeo ou DVD legendados, caso não seja possível,
entregar um resumo escrito do conteúdo apresentado;
-diminuir ao máximo a quantidade de ruídos dentro de sala de aula, pedindo a compreensão
da turma;
-solicitar a um aluno ouvinte que auxilie o colega quanto às suas dúvidas e,
também, fornecer-lhe a matéria tratada em aula por escrito;
-arrumar a carteiras em semi-círculo para que o aluno possa participar das
discussões, utilizando como recurso a leitura labial.

DESAFIO AUDITIVO - SURDEZ
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-Quando identificar a presença de um aluno surdo usuário de LIBRAS em sua classe,
comunicar à diretora acadêmica,caso o aluno solicite a presença do
intérprete de LIBRAS em sala de aula
-não estranhe a pobreza do vocabulário porque as limitações de estrutura lingüística são
uma constante;
-escrever na lousa informações importantes como: data, horário, matéria de provas,
adiamento das mesmas e trabalhos, até mesmo, a ausência do professor;
-registar na lousa a bibliografia pertinente à aula dada para que o aluno surdo possa estudar
em casa;
-permitir o uso de dicionário durante a realização de avaliações;
- adotar flexibilidade na correção de provas escritas, valorizando o conteúdo semântico;
-solicitar a um aluno ouvinte que auxilie o colega surdo quanto às suas dúvidas e,
também, fornecer-lhe a matéria tratada em aula por escrito;
-apresentar, sempre que possível, fitas de vídeo ou DVD legendados, caso não seja
possível, entregar um resumo escrito do conteúdo apresentado;
-falar devagar e suavemente, ao ritmo natural e nunca gritar.

DESAFIO MENTAL
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Observação: A característica marcante do quadro de deficiência mental é um atraso no
desenvolvimento global do indivíduo. Ele apresenta uma lentidão no seu desenvolvimento,
consequentemente, no seu processo de aprendizagem.Entretanto, o aluno com desafio
mental pensa com lógica e raciocina.
-levar o aluno a aprender os conteúdos de maneira mais ajustada às suas condições
individuais;
-valorizar a permanência deste aluno com os colegas e grupos que favoreçam o seu
desenvolvimento, comunicação, autonomia e aprendizagem;
-introduzir atividades complementares às previstas;
-introduzir atividades alternativas além das planejadas para a turma;
-modificar o nível de complexidade das atividades;
-modificar a temporalidade para determinados objetivos e conteúdos;
-adaptar os critérios regulares de avaliação, caso seja necessário.
Os procedimentos acima recomendados fazem parte do conjunto de ações necessárias à
efetivação de uma Educação Inclusiva.
Uma de nossas tarefas como professor junto aos alunos com desafio é criar um ambiente
educacional que reconheça as suas possibilidades e suas limitações, garantindo, assim, a
sua plena inclusão no conjunto da turma.
ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS E DE
ATENDIMENTO PARA ALUNOS
DESAFIADOS